Para os mais temerosos com os alarmes da mídia referentes à profecia Maia de que o mundo acabará em 21 de dezembro de 2012 (sobretudo depois do filme “2012” de Roland Emmerich – lançado em 13 de novembro de 2009 no Brasil), saibam que durante a história da humanidade inúmeras predições semelhantes foram feitas, sendo que nenhuma se cumpriu.

O site www.randi.org/encyclopedia (em inglês) apresenta mais de quarenta profecias sobre o fim do mundo que inquietaram a humanidade ao longo dos séculos, entre elas, a do astrólogo francês Nostradamus afirmando que o mundo acabaria em 1999.

Será que o planeta azul dará seu último suspiro em 2012? Se for essa mais uma profecia embusteira e sensacionalista, ainda estaremos aqui em 2016 para prestigiar os jogos olímpicos no nosso maravilhoso Rio de Janeiro. É esperar para ver!


Quando se fala em destruição do meio ambiente, o que vem à mente, quase que de imediato, é que a Natureza castigará os maus de forma trágica, pois se esperam acontecimentos mirabolantes, extraordinários, num futuro ainda distante…

Em todas as épocas o ser humano adotou uma tendência messiânica, ou seja, esperou pelo fim da civilização. Porém este fim pode estar muito mais próximo do que se imagina, caso não abramos nossos olhos às grandes catástrofes naturais que já assolam o mundo desde as últimas décadas. Um final iminente e anunciado…

O que pode ser feito afim de que a Natureza passe a ser protegida e utilizada de maneira consciente? A alternativa para esse problema vem sendo a disseminação do conhecimento sobre meio ambiente, seus recursos e sustentabilidade, a partir de propostas de construção de sociedades/comunidades economicamente autônomas.

A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal. *

O ser humano não está isolado. Ele é responsável pelos recursos naturais que utiliza e conseqüentemente do meio ambiente do qual é parte integrante.

Mas como ocorre esse processo de tomada de consciência em prol da Natureza? Através de um processo contínuo de estudo e entendimento das maneiras como o meio ambiente é (mal) utilizado pelos homens e suas modificações no decorrer do tempo. Agindo, dessa forma, no intuito de superar a intervenção e incentivar a integração indivíduo-recursos naturais.

Tendo em mente que a Natureza é um bem de uso comum, quais ações têm sido tomadas efetivamente na preservação da biodiversidade e dos ecossistemas naturais?

Uma saída para amenizar a emissão de poluentes e suas conseqüências no meio ambiente tem sido a pesquisa e o investimento em novas formas de obtenção de energia.

Mais que uma questão de tomada de opinião e consciência, a preservação da natureza trabalha na construção da cidadania, pois promove uma ação de inclusão social.

Por Andrea Cardoso

* Lei da Educação Ambiental N° 9.795 – Art. 2°, 27 de Abril de 1999.






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