Confira as funções das casas astrais X, XI e XII.

Chegamos a parte final sobre as casas astrológicas e como elas conseguem interferir em cada aspecto sobre assuntos diferentes de nossas vidas. Se você perdeu os últimos artigos, fique de olho nas últimas postagens ou nas matérias relacionadas, assim você consegue entender como as demais casas têm mais assuntos associados. Para fechar esse artigo, mas não o assunto, vamos abordar a função das casas X (dez), XI (onze) e XII (doze). Ao total, são doze casas astrológicas.

A casa X também é chamada de meio-céu. É onde nós vemos nossas funções mais terrenas aqui, ou seja, quais as profissões que mais se encaixam conosco. É o caminho da nossa carreira, do status e como o encaramos, como somos reconhecidos pelas pessoas que possam vir a apreciar nosso trabalho e onde teremos sucesso para sermos notados por aquilo que fazemos. A pessoa, pai ou mãe, que mais influenciou na nossa escolha profissional. Fala também sobre nossas aspirações pessoais.

Na casa XI é onde vamos encontrar nosso senso mais humanitário (ou não, vai depender de como será representado). Aqui estão as amizades mais íntimas, as relações no coletivo, como nos comportamos quando estamos com o demais, se pensamos mais pelo lado individual ou se vamos pensar em prol de todos. E também quais são nossos projetos a longo prazo.

Por último, uma das casas que mais merecem atenção, a casa XII. A casa doze nos mostra onde estão as nossas fragilidades, ou seja, nossos karmas mal resolvidos, aquilo que parece-nos num obstáculo intransponível. As informações inconscientes também estão aqui. Todas as dificuldades, sofrimentos, o que há de peso e chaga para ser carregado e o lado espiritual, incluindo doenças espirituais.

Para se fazer uma leitura completa e para entender como cada casa influencia na nossa vida, você precisa considerar que existem ligações e formas geométricas que ligam uma casa a outra, signos que estão dentro dessas casas e as cores dessas linhas. Cada cor vai dizer se as coisas estão bem ou não, por isso não vale só interpretar tudo de uma forma geral. Há muito mais detalhes do que isso.

Para terminar, como o prometido, o signo regente da casa X é capricórnio, da casa XI é aquário e da casa XII é peixes.

Por Yamí de Araújo Couto

Casas astrais


Confira o que regem as casas astrais VII, VIII e IX.

Chegamos a terceira parte sobre as casas astrológicas e como elas podem interferir nos mais variados segmentos das nossas vidas. Se você não acompanhou os últimos, saiba que esse é o penúltimo e você pode encontrar os outros nas últimas postagens. Dessa vez, vamos falar sobre as casas VII (sete), VIII (oito) e IX (nove) em um total de 12 casas.

Quando nos deparamos com a casa VII percebemos algumas semelhanças com a casa V, que falamos no último artigo. A casa VII rege os nossos relacionamentos, mas aqueles que apresentam maior importância e sua duração passa a ser maior. Podemos enxergar todas as “parcerias” a partir dessa casa. Os casamentos, os relacionamentos com as pessoas com laços mais fortes, as sociedades e como, com quem e quando podemos nos associar aos demais.

Chegando a casa VIII nos deparamos com uma das casas mais “sinistras” de todas. Isso, pois essa casa revela todos nos nossos segredos, aquilo que mantemos escondido e que não revelamos por pouco. É também nosso subconsciente, o que pensamos, mas nem sempre revelamos. Nessa casa também podemos enxergar a morte de uma pessoa e se feita a devida leitura correta, como ela pode acontecer. A casa VIII é a casa da nossa transformação, ou seja, como evoluímos a partir de nossa vida ou como saímos das situações que nos provam se conseguimos lidar com elas. É nossa reciclagem, onde jogamos para fora tudo que nos pode ser ruim e renascemos. É nosso estado de fênix.

Por fim, chegamos a casa IX. Assim como um ciclo, depois de termos passado pelas transformações da casa VIII, nós encaramos nossa evolução na casa IX, que nos aponta nosso progresso evolutivo e espiritual, ou seja, aquilo que acreditamos além do físico. São nossas viagens ao exterior (podemos falar aqui de viagens a outros países ou viagens astrais) e também do acesso ao Ensino Superior e o que podemos fazer com esse acesso. Se trata de como encaramos a ética, a sabedoria, como entendemos a filosofia e a lei, principalmente do universo.

Como eu tinha falado anteriormente, cada casa representa um signo, mas isso muda conforme o signo que você carrega como ascendente e que está na casa I.

A casa VII é representada pelo signo de libra, a casa VIII pelo de escorpião e a IX pelo signo de sagitário.

Por Yamí de Araújo Couto

Casas astrais


As casas IV, V e VI regem os aspectos mais profundos de vida.

Estamos na segunda parte sobre casas astrológicas e como elas regem as mais diversas áreas de nossas vidas. A primeira abordou o papel das casas I (um), II (dois) e III (três). Agora vamos compreender o que as casas IV (quatro), V (cinco) e VI (seis) conseguem reger nossos aspectos mais profundos de vida. Há um total de 12 casas. Fica ligado e não perde as explicações, se você perdeu, busca nas últimas postagens do site.

Começando pela casa IV é onde nos deparamos na parte mais sensível de qualquer ser humano, que são as nossas raízes, a nossa família e de onde vieram as nossas origens. A casa IV também reflete como lidamos com nosso lar, como nos comportamos e como organizamos a nossa casa, a figura masculina que é mais forte para nós (o pai, no caso), o que se precisa emocionalmente para se sobreviver e nossas bases. É muito comum enxergar pessoas que tenham problemas na família com tensões nessa casa, ou signos retrógrados, pois já denotam os traumas e pegam justamente a raiz deles.

A casa V é uma das casas mais leves. Casa do prazer em suas mais variadas formas. Aqui podemos encontrar as diversões, os relacionamentos mais breves (podem ser os namoros), as amizades, como a pessoa opta se divertir, a criatividade, o relacionamento da pessoa com as crianças (podendo ser filhos), os flertes e a criatividade. Você quando possui casas dentro dessa casa, ou no caso da revolução solar (mapa astral anual de cada pessoa) quando há linhas saindo dessa casa, costumam denotar inícios de relacionamentos.

A casa VI é a casa da limpeza e a casa da saúde. Aqui você sabe reconhecer se a pessoa pode ter algum problema ou complicação na saúde. Também a casa do trabalho, da rotina, da organização e como a pessoa se comporta para organizar tudo o que rege a nossa parte mais “burocrática” do dia a dia. Não é a toa que essa casa é regida pelo signo de virgem, mas o signo pode mudar conforme o ascendente da pessoa.

Algo extremamente importante: cada casa é regida por um signo, começando pela casa I (um) temos áries, II – touro, III – gêmeos, IV – câncer, V – leão e VI – virgem. O restante eu vou contando para vocês nos próximos artigos, mas mais uma vez, a ordem dos signos em cada casa a partir do seu ascendente, então mesmo que a casa I seja do signo de áries, se o seu ascendente for gêmeos, o signo que rege a sua casa se torna gêmeos. Bem entendido?

Por Yamí de Araújo Couto

Casa Astral


As casas são conhecidas por refletirem cada aspecto da nossa vida, nosso passado, presente e futuro, as propensões da nossa vida, coisas que temos que resolver, é onde estão nossas informações mais importantes.

Se você já conhece um pouco sobre signos, talvez esteja na hora de você conhecer um pouco mais sobre como é formado o mapa astral, as áreas de influência e o que cada uma significa na vida das pessoas.

Vamos dividir o estudo das casas astrais em 4 partes, sendo essa é a primeira. Então, fique ligado para não perder nenhuma parte do estudo.

As casas astrológicas são conhecidas por refletirem cada aspecto da nossa vida, nosso passado, presente e futuro, as propensões da nossa vida, coisas que temos que resolver, enfim, é onde estão nossas informações mais importantes. Para esse primeiro momento, vamos começar com as casas I (um), II (dois), e III (três), em um total de doze casas.

A casa I é regida pelo nosso ascendente. Já falamos sobre isso aqui, mas para relembrar um pouco, é o signo responsável por ser nosso cartão de visita para o mundo externo, ou seja, como as pessoas nos veem e compreendem. Esse signo é regido pela nossa hora de nascimento, no dia em nós nascemos. Dessa forma, a casa um vai ser entendida com o mesmo intuito, ela vai nos apresentar ao mundo e nos guiar na forma como vamos ser apresentados.

A casa I também fala um pouco sobre nossos propósitos, sobre coisas que realmente nos importam, missões e funções e até nosso corpo físico.

A casa II é a casa de posses, ou seja, a partir dessa posição você consegue entender como lidar com o lado material, com dinheiro, com aquilo que você possui e sua gestão. Também aponta sua tendência a ganhos monetários, aos cuidados e até como todos esses aspectos regem a nossa vida. Regem também nossos talentos, nossos recursos.

A casa III é a casa da comunicação, ou seja, como nos expressamos para as pessoas que nos envolvem na vida. Reflete também a nossa educação básica, as viagens de curta distância, os parentes de segundo grau (primos, irmãos), como o comércio pode nos afetar (sim, seja na hora de você ter posses e possa agir com ele, ou como você age na hora das compras).

O importante de analisar as casas é analisá-las separadamente, mas como funcionam posteriormente em conjunto com os signos e planetas responsáveis pelas áreas buscadas.

Por Yamí de Araújo Couto

Sasa astral





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