A aromaterapia, medicina alternativa nomeada pelo esoterismo de terapia holística, possui poderosa finalidade e pode sim nos trazer um estado físico e espiritual de harmonia, confiança e paz.

Os aromas atuam em áreas psicológicas específicas, tratando seus males através do olfato, onde boas lembranças e sensações agradáveis são reavivadas, remetendo o praticante a um estado de auto-conhecimento através de variados aromas.

Por meio deste relaxamento, conflitos psíquicos e problemas de saúdes ganham uma ajuda alternativa. Sempre vale lembrar que o primeiro passo é procurar um médico. 

Os aromas estão entre nós por Eras. Um exemplo clássico é a Bíblia, onde os Reis Magos levam a Jesus incensos e mirra. No Egito, o Faraó se utilizava dos aromas das misturas das ervas para fazer feitiços e encantamentos.

Os benefícios dos tratamentos com os cheiros da aromaterapia não são uma tecnologia dos tempos modernos, podemos ver que apenas foi aperfeiçoada, transformando este tipo de terapia em uma possibilidade de melhora sem a utilização de tantas medicações.

No setor profissional, financeiro, afetivo, de saúde e psicológico, seus resultados são eficazes e permanentes, podendo ser utilizado continuamente mesmo depois da reabilitação.

A qualidade dos aromas (incensos, poções, perfumes, defumadores e ervas) afeta diretamente no resultado, por isso procure profissionais de confiança e idôneos, para obter os resultados desejados. Com estes cuidados você terá mais uma maneira de atingir seu patamar mais alto de conhecimento pessoal.

Por Ivi Izys


"O Pacacurucaia das almas, Salve todos os Pretos e Pretas Velhas existentes no universo; Traga sua sabedoria e benevolência e ajudem-me na realização dos meus sonhos e desejos, se for da vontade de Oxalá. Que assim seja, Salve os Pretos e Pretas Velhas da senzala e de Angola". Uma oração para iniciarmos a  nossa conversa sobre estas magníficas entidades de umbanda e cultos afro-brasileiros.

As Pretas e Pretos Velhos eram escravos, sofriam e eram humilhados nas senzalas. Quando atingiam uma idade avançada, eram expulsos das terras dos feudais e abandonados nos ruas. Viviam de esmolas e de pequenos serviços prestados espiritualmente às pessoas como rezas, orações e benzimentos.

Quando escravos beiravam os extremos e sobreviviam sob as dores e torturas, e utilizavam como refúgio o plano astral, onde obtinham seu acalento e o alívio de parte das suas dores, quando entravam em constante ligação com as entidades que os aconselhavam, servindo de base e motivação. Quando não eram jogados à sua própria sorte, eram encarregados de cuidar dos escravos novos quando arrebentados pelas chibatas, e os curavam com ervas e orações.

Nossos avôs e avós da senzala hoje ganham reconhecimento, trabalhando ao nosso favor, quando necessitamos de seus sábios e preciosos conselhos de amor e esperança.

Por Ivi Izys


São objetos de referência e pontos de fé que ajudam quem os possuem a entrar em contato com o mundo espiritual e enigmático com o objetivo de proteção.

Existem vários tipos de amuletos como chaves, patuás, correntes, pingentes e centenas de outros. Por conhecimento universal, todas as civilizações, etnias, culturas e povos possuem seus próprios amuletos. Os Bruxos, por exemplo, usavam objetos fabricados por eles mesmos em suas viagens para fora de seus territórios, como uma segurança ou ponto de contato imediato com seu mundo oculto, para obterem sucesso e vantagens em todas as situações perante seus inimigos.  

Estes adereços podem ser visíveis ou muitas vezes imperceptíveis aos olhos carnais, e possuem modelos e tamanhos diferenciados.  

Todos os povos têm algum tipo de amuleto: na cultura xamânica ele pode ser encontrado de diversas formas, como cajados, colares, filtro dos sonhos, desenhos e pinturas no corpo. Para cada ocasião existe um modelo específico: na caça, colheita, rituais de cura, cerimônias tribais e em todos os instantes determinantes da tribo.

Existem também os amuletos permanentes, que são usados popularmente, como o crucifixo, figas, trevo de quatro folhas, pé de coelho, ferraduras, pimentas e diversos outros, que em geral tem por matéria-prima a prata.  

Amuletos, seja qual for o modelo, é mais uma maneira de se manter protegido. Adquira um que se identifique com sua personalidade e sinta a diferença.

Por Ivi Izys


Pode-se dizer que uma vela possui três funções: Proporcionar Luz, Fazer Oferendas e Propiciar Energização. Primeiramente, cito sua invenção, que se deu em tempos Medievais, onde seu intuito era emitir luz, substituindo as tochas, pelo grande acúmulo de sujeira em ambientes fechados e numerosos casos de incêndios.

Quando a limitação das tochas foi percebida, se encontrou a eficácia e a liberdade que um tipo peculiar de vela da época (inventada com gordura animal e pavio de fibra vegetal) possuía, tornando a vela a mais "moderna" fonte de luz daquele tempo.

Ao passar dos séculos, outras formulações foram inventadas, até se chegar à qual encontramos hoje, com base de parafina.

As funções de uma vela não param na iluminação. Em segundo plano, ela é usada como oferenda a Santos, Orixás e Entidades, como uma demonstração de urgência de solução para nossos pedidos, abrindo os caminhos deles até nós, através da luz que o fogo proporciona.

Ainda como terceira opção, podemos fazer a liberação de energias. Como exemplo de velas energéticas, posso citar as aromáticas que têm por finalidade harmonizar o ambiente onde elas se encontram. Sua chama tem a função de queimar as energias ruins, com a liberação de fluídos benéficos, causando ao ambiente a transmutação, efeito pelo qual se ocasiona não apenas a mudança do estado de uma matéria, mas também de sentimentos, necessidades e a renovação de seu próprio espírito.

Por Ivi Izys


O elemento fogo tem desde os primórdios a função de trazer a luz como fator físico e de necessidade primitiva do homem, e é um dos quatro elementos que governam a Terra.

Ar, Água, Terra e Fogo estão ligados diretamente aos signos e a astrologia e têm um importante papel na transmutação de substâncias da matéria e do espírito.

A chama da vela tem sua linguagem própria e neste texto iremos brevemente explicar os tipos de chama que uma vela pode emanar:

Chama Oscilante: ao ficar piscando ou baixando e levantando, indica que o ambiente está com diversos tipos de energia, positivas e negativas, e que seus pedidos são de difícil resolução;

Chama Pequena: relata que o ambiente está carregado e suas orações encontram dificuldade de seguirem seu caminho para abater os seus obstáculos;

Chama Estável: mostra que o ambiente está harmonioso e limpo e você está completamente protegido, sendo assim, os seus pedidos e orações serão facilmente encaminhados e atendidos;

Chama soltando Faíscas ou Fumaça Preta: estas indicam energias negativas ao seu redor. O fogo consome estas energias ruins e liberam energias benéficas para a renovação do ambiente. Geralmente quando as velas queimam deste modo, as pessoas do lugar sentem dor de cabeça, irritação e estão em depressão.

Pode-se fazer um tratamento através das velas, e aos poucos, irá perceber a mudança nas chamas, e o alívio destes sintomas.

Sempre compre velas de boa qualidade, para não ser iludido por defeitos de fábrica ou refugos de parafina.

Por Ivi Izys


Há muitos séculos são usados certos tipos de energias em rituais para 'encantar' espadas, correntes, amuletos e afins, com o propósito de proteger ou deixar imantado estes objetos ou elementos como um Pó ou "Poções Mágicas", para o uso destes instrumentos pessoais e 'encantados' em feitiços.

Os Encantamentos abrangem diversas religiões e seitas, como Indígenas, Xamâmicas, Umbanda e diversas outras. Na Bruxaria objetos e amuletos são bem elaborados e muito utilizados, sempre precedidos destes tipos de rituais. Pode-se até mesmo encantar lugares e animais específicos, tornando-os portais de entrada no campo oculto.

Na Índia o encantamento é muito bem realizado e difundido no país inteiro, onde doenças são curadas e toda a sorte de malefícios espirituais são manipulados e transmutados, indo de encontro com a harmonização do ambiente ou a satisfação pessoal.

Dizem que o mais poderoso dos feitiços é o encantamento, por ser feito com particularidades de preces, conforme cada praticante, sem seguir regras ou ordem de lugar e elementos.

Isto é o encantamento: um jogo de palavras, elaboradas com fé e conhecimento, utilizando o oculto e usadas como preces, em busca de proteção, realização ou imantação. Em tempo lembro que o conhecimento para fazer os encantamentos vêm de estudos, fé e mediunidade; sem esses elementos se tornam apenas um conjunto de palavras sem efeitos. É necessário ter esse triângulo, pois diferente das simpatias, não é um pedido de ajuda, e sim, uma ordem de manipulação.

Por Ivi Izys


Podemos afirmar que a Vidência é o dom de ler e interpretar instrumentos mediúnicos milenares, como bola de cristal, tarôs, baralhos, copo de água, cristais, mãos, dados, entre centenas de outros oráculos, onde os médiuns confirmam suas previsões.

Neste modo de mediunidade, entra parte da psicologia, onde além de esclarecermos os fatos e situações, orientamos pelo caminho mais coerente a ser seguido, dentro dos parâmetros e possibilidades oferecidos pelo oculto do consulente.

Tanto na Clarividência como na Vidência podemos ter a resposta precisa às questões indagadas pelo consulente. A diferença é a maneira como se dão. Na primeira alternativa o médium não utiliza nada além da conexão mente-perispírito para desvendar os fatos. Já na segunda alternativa o perispírito se comunica com o médium através de algum instrumento particular, algum tipo de oráculo específico no qual o médium se identifica e tem seu dom aflorado para melhor entendimento entre os dois mundos, como uma bússola de orientação. Nos dois casos se pode ler ou prever com a mesma qualidade, pois o dom já existe no médium e as entidades guiam de diferentes formas, se doutrinando e adaptando ao seu "aparelho" (médium), com o objetivo de total compreensão em favor das pessoas.

Vale lembrar que todos os tipos de mediunidade são corretos e cabe apenas ao consulente escolher a maneira que se sente mais confortável em busca de suas respostas.

Por Ivi Izys


Como todos os oráculos, os BÚZIOS tem sua origem em uma civilização antiga, não concretamente definida, acreditando-se ter sido em tempos pré-egípcios ou talvez atlantes, onde sua primeira forma era o chamado oráculo de Ifá (Opon Ifá ou Opelê Ifá), que necessitava de um tabuleiro, um bastão de madeira ou marfim e 16 coquinhos de dendê. Pela tradição Ifá, o oráculo só poderia ser lido por mulheres, pela sensibilidade as coisas além da compreensão.

Hoje temos uma adaptação desenvolvida pelos africanos, sendo necessário um tabuleiro e 16 conchas, podendo ser usada até 32, conforme o médium. O jogo é lido através do auxílio de Orixás, entidades divinizadas que se manifestam conforme a disposição das conchas, que caem no tabuleiro de forma "aberta" (com a abertura serrilhada para cima) ou "fechada" (com a forma arredondada para cima), podendo ou não mesclar entre abertas e fechadas, onde as posições definem qual Orixá fala e aconselha individualmente naquela jogada.

Com a chegada dos escravos ao Brasil, se perde a essência feminina dos oráculos e até hoje ele é utilizado por mulheres e homens, para o aconselhamento espiritual, guiados sempre pelos Orixás, que respondem precisamente, necessitando apenas da mentalização da pergunta. As próprias entidades trabalham em conjunto para indicar o caminho mais correto ao consulente. Devo lembrar que este método por si só não funciona, sendo necessário o médium ter domínio e afinidade com o oráculo, nunca se esquecendo do livre arbítrio dos seres humanos.

Quando todos os búzios "se fecham", os Orixás devem ser respeitados, assim como as mulheres não devem se consultar estando menstruadas e homens após um período de 24 horas após a relação sexual. O consulente deve estar 'limpo' espiritualmente e nessas condições não há como realizar a leitura. Jogo fechado representa uma reflexão para o consulente, que deve retornar em um outro momento.

Os búzios ainda podem ser empregados em oferendas, guias, rituais, colares e pulseiras dos médiuns, tendo como objetivo uma proteção ou pedido. Não podemos nunca nos esquecer da miscigenação dos povos, adaptações e outras variações, que influenciam em informações acerca de suas origens e formas de leitura, sendo esta apenas uma ferramenta simples para a compreensão de você leitor.

Por Ivi


A leitura de mãos ou quiromancia vem de uma arte antiga de interpretação (cerca de cinco mil anos, pelo menos), através da leitura da palma, cor e temperatura das mãos do consulente. Sua origem, conta a lenda, que veio do filósofo grego Aristóteles, que entre seus alunos, dedicava-se a um aplicado e  exímio nesta arte: Alexandre, O Grande, que com o passar dos anos, sendo dotado de tal sabedoria, recebia em seu reino comerciantes e mensageiros, e após os devidos cumprimentos virava a mão dos mesmos, para descobrir suas verdadeiras intenções. O ponto marcante na história veio pelo povo cigano, onde este dom era atribuído exclusivamente às mulheres do clã.

Este método de adivinhação do passado, presente e futuro tem por objetivo (como a maioria dos oráculos) o autoconhecimento e a realização pessoal.

Como uma identidade digital, a palma da mão não se modifica com o tempo, tendo sido formada e traçada desde o ventre de nossas mães. O que designa os acontecimentos referentes à visão do médium é cada indivíduo, de maneira distinta e particular, sendo o consulente o único ser capaz de mudar seu próprio destino.

Aristóteles acreditava que o órgão mais importante dos seres humanos eram as mãos, por suas palmas serem traçadas de forma exclusiva, agregando aos seres o timbre artesanal do Universo, mostrando aos seus pupilos que cada um é único e insubstituível.

A origem da palavra vem do grego "Kheiromanteia" e significa "Kheiro" = mão e "Manteia" = adivinhação.

Hoje, ainda vemos este tipo de 'oráculo' nas ruas, filmes e livros, como o recém-lançado “Quirologia – Aprenda a Ler Sua Mão”, da professora de Quirologia Sônia Regina Pinheiro, que ensina descritivamente e com ilustrações as técnicas de leitura e o desenvolvimento mediúnico para esta, que na minha humilde opinião, é a mais bela e peculiar forma de compreender a si mesmo, provando que as respostas estão sempre em cada um de nós.

Por Ivi Izys


A cafeomancia tem origem árabe, inspirada por técnicas chinesas de previsões (teimancia – leitura em folhas de chá). Os Sumérios praticavam suas leituras pelas cortes dos grandes czares e disseminaram essa técnica após a percepção aguçada sobre desenhos formados nas xícaras após tomarem seu café, que interpretadas, poderiam prever o futuro ou descobrir traições.

No século XVIII a Europa adotou o método, sendo a França o primeiro país a utilizá-la, e logo, tendo uma rápida disseminação mundo afora.

Para a leitura é necessário pó de café, açúcar, uma xícara e um pires branco. Todos os ingredientes são fervidos juntos, deixando descansar por alguns minutos. O café deve ser bebido lentamente, enquanto se mentaliza a pergunta. Logo o pires serve como uma tampa sobre a xícara, que deve ser virada rapidamente. Mais alguns minutos devem ser aguardados para o inicio da leitura, que precisa ser feita em sentido horário (da esquerda para direita), iniciando a interpretação pelas laterais da xícara e terminando pela a leitura do fundo.

A leitura da borra de café exige imaginação, sensibilidade e uma profunda criatividade para compreender os desenhos formados na xícara, que podem retratar tempo (anos, meses, dias e épocas), assim como situações variadas, como: mortes, negócios, traições e bons agouros.

Ainda hoje esta forma de oráculo é passada de geração em geração pelos turcos, onde as mulheres vêm na xícara 'suja' de seus filhos e maridos os acontecimentos futuros e atitudes do presente fora de suas casas; e em alguns países da África, como um acertativo método de negociação.

O povo cigano considera que é uma forma de indicar caminhos e revelar segredos, e utiliza de maneira natural, para diversas situações que incluem decisões importantes para o clã.

Não podemos nunca nos esquecer que a miscigenação de culturas ao passar dos séculos só agregou mais importância e valores a este método de leitura, que é tido, ainda nos dias de hoje para muitos povos, como um meio seguro de escolhas.

Não é apenas  uma previsão, e sim uma brecha entre o nosso mundo e o mundo oculto, e esta, como todas as crenças, deve ser respeitada.

Por Ivi


A origem da Cartomancia diverge opiniões, e ainda hoje a história de sua criação está aberta a especulações. Os indícios mais fortes estão na sua descoberta e criação pelos egípcios, derivada dos livros sagrados, cujas imagens eram pintadas em galerias subterrâneas.

Em outro ponto da história, diz-se que o povo cigano trouxe estes conhecimentos para a Europa, após sua criação na Índia ou China. O que realmente se sabe é que estes oráculos são fonte de muito mistério e de certo modo, é a maneira "mais confiável" de se obter respostas acerca do passado, presente e futuro em busca do autoconhecimento.

BARALHOSe TARÔS CIGANOS são compostos de 36 cartas e acreditasse terem sido desenvolvidos pelo povo cigano para confirmar suas adivinhaçõs e previsões. Para isso, foram criadas figuras representativas  idênticas em ambos os baralhos. A diferença entre eles se dá pela vibração das cartas, onde no baralho existem nipes e figuras, com o número de cada carta, e o tarô apenas figuras legítimas, onde não há meio termo. Um exemplo do tarô cigano está na lâmina do Caixão (8), que é fatidicamente um rompimento, doença ou morte. Já no baralho cigano, além dessas denominações, o Caixão (8) pode representar também um 'novo ciclo'.

A leitura no BARALHO COMUM, se dá através das 52 cartas e 2 coringas, que podem reprensentar entidades femininas ou masculinas, dependendo do vidente, totalizando 54 cartas, com seus nipes e números utilizados para a compreensão do consulente. Nesta mesma linha há dois baralhos de duas entidades específicas para as respectivas leituras: Zé Pilintra (para homens) e Maria Padilha (para mulheres). Nele se vê trabalhos (“macumba”), mudanças físicas e espirituais, situações amorosas, financeiras e familiares, revelando pessoas, traições e entidades.

Definitivamente estas três modalidades de oráculos possuem o maior número de adeptos, mas há outros três, distintos, que empatam na cartomancia: Tarô de Marselha, Tarô Egípcio e Baralho Petit Lenormand, que são descritos em nossa próxima viagem, rumo ao entendimento do desconhecido.

Por Ivi Izys


Os oráculos são instrumentos utilizados como chaves para abrir os territórios da clarividência, tendo por objetivo desbravar o lado oculto do ser humano, em situações de âmbito físico, financeiro, amoroso, familiar, material e também mental, quando se trata de obstáculos espirituais, auxiliando no autoconhecimento e na resolução de inúmeras causas e setores de nossas vidas. Servem não apenas como ferramenta, mas como provas e evidências místicas para os consulentes (os oráculos respondem a perguntas, afirmando, negando e revelando as suspeitas de quem está se consultando). São faculdades mentais para a orientação sobre o passado, presente e futuro, atribuidas sempre a guias espirituais (entidades que vêm do lado oculto, capaz de ver a questão além dos olhos humanos, que se utilizam do médium como próprio oráculo através de visões ou intrumentos  como cartas, búzios e etc, para revelar o que vêem).

Todas as civilizações utilizaram-se dos mais variados métodos para visões e previsões. Atravessamos os séculos e ainda hoje recorremos a tais fontes, com o mesmo objetivo: descobrir o que aconteceu, revelar o que está acontecendo e prever o que pode acontecer em nossas vidas, em todas as áreas.

Por serem muitos, iniciamos aqui o embasamento do que são e qual a finalidade deles, de modo que seja compreendido que não há como ter previsões sem um oráculo. Cito aqui um exemplo para uma ideia mais aberta deste instrumento, o filme 300, do diretor Zack Snyder, inspirado pela obra de Frank Miller, onde na antiguidade toda a Grécia se uniu contra a Pérsia, e a cidade de Esparta se utilizava da mais bela jovem espartana como guia espiritual, em busca de aconselhamento e aprovação, para os assuntos mais importantes do Reino.

Acredito que aqui tenha ficado claro a função dos oráculos e em nossa próxima jornada, explicarei um pouco mais de cada um deles.

Com a dica que passei, espero que o filme seja uma ferramenta divertida de  aprendizado.

Por Ivi


Há  muitos séculos o oculto é fonte de inspiração, sendo utilizado como ferramenta chave de estudos e práticas místicas, religiosas e terapêuticas.

Iremos desmistificar hoje quais portais podemos abrir através desta chave, que vem se adaptando, sendo revelada e utilizada desde os primórdios medievais. 

O MISTICISMO (que nada mais é do que a prática de qualquer espécie, utilizando ferramentas MÍSTICAS), é aplicado de maneira distinta ou conjunta de acordo com a vontade, interesse e necessidade do praticante. Devemos imaginar suas divisões como "PORTAIS DE ACESSO" àquilo que buscamos, onde a materialização da "CHAVE" é a nossa própria crença.

O misticismo abrange o esoterismo, simpatias, clarividências de todo tipo (os chamados oráculos: baralhos, copo d'água, borra de café, dados, leitura de mão, significado dos sonhos, runas, búzios, varetas, numerologia, mapa astral, entre dezenas de outros oráculos, que serão descritos posteriormente), amuletos, talismãs, fases da lua, supertições, banhos, plantas, meditação, chakras, mantras, mandalas, todos os tipos de horóscopos, feng shui, cristais, posicionamento planetário, gnomos, bruxas e regressos.

Na RELIGIOSIDADE, é desnecessário dizer que o oculto é a própria fé, porém, aprofundaremos o ocultismo na Umbanda, Quimbanda, Candomblé, Espírita e Nação (miscigenação de todas estas religiões).

Como forma alternativa temos as TERAPIAS HOLÍSTICAS, onde o tratamento é prescrito conforme a necessidade de cada um, e um profissional capacitado efetua métodos alternativos e eficientes para o bem-estar do paciente.

Os métodos são os mais variados, utilizando-se de produtos naturais em diferentes pontos do corpo. Alguns exemplos são a Yoga, Aromaterapia, Cromoterapia, Reiki, Acupressura, Acupuntura, ANMA, Apiterapia, e dezenas de outras formas de relaxamento, que visam proporcionar o autoconhecimento e harmonia entre corpo, alma e espírito, em busca de sucesso pessoal.

Nossas próximas etapas serão para adentrar em nossos três portais (místico, religioso e terapêutico), onde mergulharemos em civilizações antigas, cuja justiça era a espada e a cura vinha apenas do oculto, e as traremos aos dias de hoje, provando que ainda há muito o que aprender sobre todas as faces ocultas do universo, que nos foram dadas para serem reveladas.

Por Ivi


Quando a maioria das pessoas lê ou vê a palavra OCULTO, surgem muitas dúvidas e por vezes suas mentes são tomadas por imagens obscuras e rituais satânicos. Venho para mostrar que não devemos temê-lo, pois é um mundo fascinante, que vem sendo desvendado aos poucos através de livros, matérias e blogs (que serão citados ao decorrer de nossa caminhada), além de ser a artéria de muitas religiões, como Espiritismo, Umbanda, Quimbanda, Candomblé, entre outras, que serão explicadas uma a uma, trazendo uma visão mais simples, para o entendimento de você leitor.

O oculto não deve ser temido e sim compreendido, pois mesmo não sendo visto, está irrefutavelmente ao nosso lado, seja através de uma religiosidade (fé), um sonho ou pesadelo, nos arrepios sem brisas, no famoso "sexto sentido" (quando temos aquela sensação de êxito ou frustração antes e até após um acontecimento), entre milhares de outros exemplos.

O Oculto é a "força" que nos impulsiona a fazer algo, seja bom ou ruim (não existe neutralidade, pois o fato de ser algo que não podemos ver já o torna neutro).

Creio que todos agimos por livre arbítrio, mas sempre influenciados por algo maior, alienado a nossa própria consciência humana, onde sempre usamos a frase "eu sinto que deveria fazer…" ou "acho que isso vai acontecer…", e nós mesmos nos assustamos, quando o tal fato acontece. Até a mais cética das pessoas já leu um livro ou artigo para ter tal opinião, pois seria controverso descrer, sem nem ao menos se informar.

 Meu embasamento é de anos em pesquisa e prática das artes ocultas, leitura de livros, artigos, matérias impressas e virtuais, revistas, vídeos e relatos pessoais, porém, minha visão e resenha são de cunho pessoal.

Teremos uma longa caminhada e tentarei trazer a vocês leitores, todas as respostas, curiosidades e explicações sobre este misterioso, porém fascinante universo.

Bem vindos e Axé!

Por Ivi





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